Nesse mundo louco, nessa vida muito louca, vou retratando um pouco de mim...
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
6 bilhões no MASP
Na quarta-feira, 20/04, o MASP abre ao público a mostra “6 bilhões de outros”. O projeto capitaneado pelo fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand faz sua primeira escala no continente americano, depois de ter passado pela Ásia e Europa.
Arthus-Bertrand, tem 65 anos e ganhou os holofotes graças ao best-seller “A Terra Vista do Céu”. Lançado em 1999 é um notório compilado de imagens aéreas. Ele também dirigiu o documentário “Home, Nosso planeta, Nossa Casa”, lançado em 2009 via YouTube, também feito com imagens gravadas de um helicóptero.
Para “6 bilhões de outros” ele deixou de lado qualquer vã filosofia entre o céu e a terra, em 2003, e colocou uma equipe de repórteres em solo bem firme para correr o mundo, coletando mais de 5000 depoimentos, em cerca de 75 países. O resultado é uma audaciosa tentativa de refletir sobre as diferenças, e principalmente, sobre as semelhanças dos, hoje, quase 7 bilhões de habitantes do planeta. Cem destas entrevistas foram feitas no Brasil.
Além dos depoimentos, propriamente ditos, o visitante poderá conferir como foi o making of do projeto e deixar seu testemunho para as futuras paradas da mostra. Desde 2005, o fotógrafo comanda a ONG Good Planet e defende que a real sustentabilidade é feita da integração correta e harmônica entre o homem e natureza.
Em 2009 Arthus-Bertrand protagonizou um TED. Em inglês, com um irretocável sotaque francês, falou sobre todos os seus projetos.
sábado, 15 de janeiro de 2011
A vida e o amor... / The life and love ...
O amor maduro
O amor maduro tem e quer problemas, sim, como tudo.
Mas vive dos problemas da felicidade.
Problemas da felicidade são formas
trabalhosas de construir o bem, o prazer.
Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
Na felicidade está o encontro de peles, o ficar com o gosto da boca
e do cheiro do outro - está a compreensão antecipada, a adivinhação,
o presente de valor interior, a emoção vivida em conjunto,
os discursos silenciosos da percepção, o prazer de conviver,
o equilíbrio de carne e de espírito.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro
e a relação com a parte salva de cada pessoa.
Ele vive do que não morreu, mesmo tendo ficado para depois,
vive do que fermentou criando dimensões novas
para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.
Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não percebe, recebe.
Não exige, oferece.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão,
basta-se com o todo do pouco. Não precisa e nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e por isso mesmo é incompleto,
por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso.
É feito de compreensão, música e mistério.
É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança.
É o sol de outono: nítido, mas doce.
Luminoso, sem ofuscar.
Suave, mas definido.
Discreto, mas certo.
Arthur da Távola
Mature love
Mature love and want to have problems, yes, like everything else.
But the problems of living happiness.
Problems are forms of happiness
laborious to construct the well, pleasure.
Problems of unhappiness is not important for mature love.
Happiness lies in the finding of furs, getting a taste in mouth
and the smell of the other - is the prior understanding, divination,
the present value of inner emotion lived together,
the silent discourse of perception, the pleasure of living,
the balance of flesh and spirit.
Mature love is a better appreciation of the other
and the relationship to save part of each person.
He lives did not die, even after having fallen,
fermented lives than creating new dimensions
to feelings of old, abandoned gardens, full of seeds.
He does not ask, you do.
He claims, can.
Do not you realize, you receive.
Requires no offers.
No question, guess.
There is, to make happy.
Mature love actually grows and hides every self-deception,
just be with the whole bit. Do not need or want anything too.
Is related to life and therefore is incomplete,
so it is full every trifle which he transformed into a paradise.
It is made of understanding, music and mystery.
It is the sublime form of being an adult and the adult form to be sublime and child.
It is the autumn sun, sharp but sweet.
Bright without glare.
Soft but set.
Discreet, but sure.
Arthur da Távola
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
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